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Representação simbólica da autocondenação e do peso emocional da culpa excessiva.

“E se…” a autocondenação perpétua

A autocondenação costuma surgir de uma pergunta, aparentemente, simples: “E se eu tivesse dito o que eu sentia? E se eu tivesse ido? E se eu tivesse ficado? E se eu tivesse me escolhido?” Quantas vezes essa pergunta sussurra no meio do silêncio, quando ninguém mais está olhando? É uma pergunta que não busca respostas, […]